É uma proteína insolúvel em água, presente no TRIGO, na
AVEIA, na CEVADA (no subproduto da cevada, que é o MALTE) e no CENTEIO
(T.A.C.C.) e em todos os alimentos e produtos preparados com esses cereais. O
Glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos. A fração
tóxica do Glúten encontrada no TRIGO é chamada de Gliadina. O Glúten agride e
danifica as vilosidades do intestino delgado prejudicando a absorção dos
nutrientes dos alimentos.
O corpo responde de diversas maneiras: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarreias e doenças autoimunes. O nutrólogo João Curvo conta que os chineses consideram o excesso de glúten sinal de má higiene interna já que o metabolismo emperra, favorecendo bactérias que gostam de calor e estagnação.
O corpo responde de diversas maneiras: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarreias e doenças autoimunes. O nutrólogo João Curvo conta que os chineses consideram o excesso de glúten sinal de má higiene interna já que o metabolismo emperra, favorecendo bactérias que gostam de calor e estagnação.
Devo evitar a ingestão de
glúten mesmo não sendo intolerante à substância?
Essa é uma pergunta que divide os profissionais. Na opinião
de Lara Field, especialista em doença celíaca do Centro de Doença Celíaca da
Universidade de Chicago (EUA), a substância é prejudicial mesmo para quem não
tem a doença. “Boa parte das pessoas no mundo apresenta algum tipo de
sensibilidade ao glúten”, afirma.
A nutróloga Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro, também acredita que retirar o glúten da alimentação aumenta a qualidade de vida tanto dos celíacos como daqueles que não sofrem com o problema. “Cerca de 80% dos americanos (e provavelmente brasileiros, franceses ou japoneses) têm o gene para sensibilidade ao glúten, que pode aparecer em diversos graus, do mais leve ao intenso, e em qualquer época de nossa vida”, explica Tamara. Mas nem todos os especialistas concordam com esse ponto de vista. “Não existem evidências científicas fortes para dar suporte à teoria de que evitar glúten faz bem à saúde”, afirma a americana Tricia Thompson, pesquisadora e consultora de nutrição especialista em doença celíaca e autora do livro The Gluten-Free Nutrition Guide (Guia da Nutrição Livre de Glúten).
A nutricionista Vanderlí Marchiori, secretária-geral da
Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, também não é a favor da exclusão
da substância para pessoas que não têm a doença. “O glúten é uma fração
proteica de alguns cereais que oferecem muitos outros nutrientes, como fibras e
vitaminas – principalmente do complexo B -, portanto, não deve ser banido da
alimentação sem que haja uma necessidade real.”
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